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terça-feira, 16 de abril de 2013

AGRESSÃO a um padre mostra que uma parcela da sociedade vive graus de intolerância, está doente psicologicamente e despossuída de equilíbrio

Vejam só que absurdo que aconteceu com um sacerdote no Rio de Janeiro. Leiam e eu comento depois.


Leniéverson Azeredo Gomes


O Padre Braz Carnielli após agressão e
como ficaram óculos dele



AOS 82 anos de idade, o sacerdote salesiano Braz Carnielle foi alvo de uma violência sem precedentes e que chocou os fiéis da Paróquia Santa Bárbara, no bairro de Rocha Miranda, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, dia 2 de abril. Por volta das dez e meia da manhã, após ter celebrado uma missa para as crianças, o sacerdote como é habitual, começou a atender as pessoas que esperam para conversar com ele. Em um determinado momento, uma mulher, que não foi identificada e residente próximo a igreja, se aproximou do padre.

“Algumas pessoas me esperavam para serem atendidas, e ela entrou na minha sala dizendo que precisava falar comigo. Eu perguntei sobre o que era, e ela disse que se tratava do som da igreja. Falou que estava incomodada e que iria procurar seus direitos”, explica o padre ao jornal capixaba Folha Vitória.

O sacerdote ainda disse que um funcionário de uma escola, que é pertencente a paróquia, telefonou para ele pedindo ajuda. “Após o telefonema pedi que ela se retirasse, para que eu pudesse atender os funcionários da escola. Ela caminhou até a porta, como quem fosse sair. De repente, voltou e deu um soco no meu olho, quebrando os meus óculos”, conta o clérigo.   

Dois funcionários da paróquia, que estavam esperando ser atendidos, ampararam o sacerdote, sendo imediatamente levado para a Unidade de Pronto Atendimento mais próxima da paróquia. O religioso, em seguida, registrou um boletim de ocorrência na 40º DP (Inhaúma) e fez um exame de corpo delito no IML.   

De acordo com o pároco que trabalha há 14 anos naquela comunidade católica local, a agressora não era frequentadora da igreja e, que ficou impressionado com a violência gratuita. “Tenho 82 anos e nunca passei por nada parecido. Nunca fui agredido. Nem meu pai me bateu dessa forma”, desabafou. Não há informações se a mulher foi presa ou não.   

O caso gerou uma forte comoção nas redes sociais e nos meios de comunicação informativos da capital fluminense, não só pelo fato de o padre ser uma figura querida, mas pela idade dele e a forma com a qual ele foi agredido.

Comento: Eventos como esse, não são tão raros. Reclamações a respeito do volume alto nos templos, barulho de sinos, acontecem em todo o Brasil. Em comum, são pessoas que não frequentam as missas e, que se sentem incomodados com o ruído gerado pelas igrejas. Vamos ver o que reza a lei sobre o assunto? Sim, a Norma Brasileira (NBR) 10.152 , da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), determina que o nível de ruído em igrejas e templos deve ser de, no máximo, 50 decibéis. Há também o artigo 54 da Lei 9605/98, sobre os crimes ambientais, que diz: Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora:   

Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa.
§ 1º Se o crime é culposo:
Pena - detenção, de seis meses a um ano, e multa.

Existem também leis municipais que regulam o assunto, mas até onde eu sei, nenhuma pessoa, de forma isolada, pode dar uma de fiscal de postura e resolver as coisas no grito e usando de violência física. Há órgãos públicos que fazem esse tipo de verificação de nível sonoro. Assim, poderá saber se o som da igreja ‘passou do ponto’ ou não. Como foi dito acima, não é só com volume provindo do interior das Igrejas, que são objetos de reclamação, os sinos também. Se nós fizermos uma pesquisa nas matérias de jornais seculares sobre isso, perceberemos que as pessoas resolvem processar as igrejas por causa das badaladas dos sinos, ao invés de dialogar com as partes que, segundo os autores dos processos, estão os incomodando. E mais: são grupinhos isolados, que não se sabe se creem em Deus ou não, se seguem uma prática espiritual ou não, embora a forma como os processos judiciais são feitos dê uma pista sobre a resposta adequada. Mas estes processos, caso muita gente não tenham percebido, fazem com que padres passem a ter ficha criminal, deixando assim de ser réus primários. Sobre isso, alguém viu em algum lugar das matérias, uma menção a essa possibilidade? Claro que não, afinal quanto mais superficial melhor – para os jornais

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