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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

MILHAS e milhas distantes

Michele Souza vive com a irmã, longe dos pais

Mesmo com a distância, é possível fortalecer os laços de amor através da confiança em Deus  

MORAR longe dos pais, familiares e amigos é uma realidade de muitos jovens que estão em busca de oportunidade de estudo e trabalho em outra cidade. Mas, como enfrentar as dificuldades e superar a saudade dos entes queridos? Será que a Igreja pode fortalecer a fé e ajudar diante dos desafios? 

Para Michele Souza, 21, que mora sozinha com a irmã Gizele Souza, 26, a espiritualidade ajuda muito, principalmente quando a saudade aperta "Com certeza a vida seria bem mais difícil se não fosse a vida cristã que nós levamos. A espiritualidade e a fé em Deus, são essenciais para superar os momentos difíceis da nossa vida", comentou. 

As irmãs frequentam regularmente a Paróquia de São José de Queluz, no Canudos, bairro onde moram juntas em um apartamento alugado. Michele e Gizele nasceram em Nova Timboteua (PA), e vieram para Belém há 4 anos, com o objetivo de encontrar novas oportunidades de emprego e estudo. Hoje são funcionárias públicas e frequentam sua cidade natal somente em alguns finais de semana. 

"Timboteua é uma boa cidade, mas é interior. E nos precisávamos estudar e trabalhar, por isso viemos para Belém. Existem muitas dificuldades, a gente já não tem aquele aconchego do lar, almoço pronto, temos que estudar, trabalhar, e ainda fazer os afazeres domésticos. Fora que sentimos muita falta das conversas com nossos familiares". 

Michele também conta que o apoio que recebe da irmã mais velha é muito importante. Com a mudança de vida os laços de afeto e carinho se estreitaram ainda mais, e uma busca apoio na outra. "Eu e a minha irmã procuramos dialogar bastante sobre os nossos problemas e sobre o nosso cotidiano, agora que nossos pais não estão mais com a gente uma apóia a outra", disse. 

Segundo a jovem, a saudade é muito grande, principalmente dos pais Maria Bernadete e Raimundo Nogueira Lima. Por isso, mesmo com o tempo carregado de atividades, deixam um espaço para fortalecer a fé por meio da oração e reflexão. "É claro sentimos muita falta de nossos pais e amigos. Com o tempo, infelizmente nos afastamos dos nossos amigos de lá, e acabamos fazendo outros amigos em Belém, mas a saudade ainda é grande.", conta Michele. (Voz de Nazaré, ed. 473, Belém, Brasil)

"AMAI-VOS uns aos outros como eu vos tenho amado."

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