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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

BENTO XVI mostra a Mãe de Deus elevada aos Céus

Na solenidade da Assunção de Maria, Bento XVI apresenta as maravilhas que Deus operou através da Virgem Maria 


O PAPA iniciou a solenidade da Assunção de Maria, celebrada dia 15, afirmando que a data era propícia à admiração e ao louvor pelas grandes coisas que Deus fez por meio da Virgem Maria e pelas coisas que Ele operou nela. Tradicionalmente, Bento XVI celebra a festa mariana na igreja de São Tomás de Villanova, em Castel Gandolfo, única ocasião em que celebra a missa em uma igreja paroquial. 


Ao decorrer da homilia da Santa Missa, o Bispo de Roma frisou que Maria indica um caminho e uma meta que podem e devem se tornar, de qualquer modo, o nosso mesmo caminho e a nossa mesma meta. 


Relacionando a figura mariana com a liturgia solene, o pontífice apresenta a arca descrita no Antigo Testamento como "arca viva" no Novo Testamento. "Qual o significado da arca? O que nos parece? Para o Antigo Testamento, esse é o símbolo da presença de Deus no meio do seu povo. Mas, agora, o símbolo deu lugar à realidade. Assim, o Novo Testamento nos diz que a verdadeira arca da aliança é uma pessoa viva e concreta: é a Virgem Maria", explica. 


O Santo Padre destaca que o Pai não habita em um objeto, mas em uma pessoa, em um coração: Maria. "Maria é a arca da aliança, porque acolheu em si Jesus; acolheu em si a Palavra vivente, todo o conteúdo da vontade de Deus, da verdade de Deus; acolheu em si Aquele que é a nova e eterna aliança, culminando com a oferta do seu corpo e do seu sangue: corpo e sangue recebidos de Maria". 


A ASSUNÇÃO 

O Papa aponta que no Livro do Apocalipse um importante aspecto da realidade de Maria é mostrado. Neste, Maria tem um destino de glória extraordinária por estar estreitamente unida ao Filho, ao qual ela acolheu na fé e gerou na carne, compartilhando integralmente a glória do céu. "Maria é a escolhida como verdadeira 'arca da aliança', como aquela que continua a gerar e a doar Cristo Salvador à humanidade, como aquela que no céu divide a plenitude da glória e goza da mesma felicidade de Deus", esclarece Bento XVI. 


Já o evangelista Lucas, ao descrever a visita de Maria a Isabel, afirma que Maria deixa sua casa em Nazaré e para chegar "logo" à Judá. O "logo" enfatiza a rapidez de Maria diante da vontade de Deus. "As coisas de Deus merecem rapidez, na verdade, as únicas coisas no mundo que merecem rapidez são justamente aquelas de Deus, que têm verdadeira urgência para nossa vida". 


O Bispo de Roma mostra Zacarias, Isabel e o pequeno João Batista como representantes dos justos de Israel, já que os corações atendem a vinda do Messias. "É o Espírito Santo que abre os olhos de Isabel e a faz reconhecer em Maria a verdadeira arca da aliança, a Mãe de Deus, que vem para visitá-la". 


Em referência à experiência de João Batista que, ainda no seio da mãe, dança como o Rei Davi diante da arca da aliança. Ele reconhece em Maria a nova arca da aliança. "Diante da qual o coração exulta de alegria, a Mãe de Deus presente no mundo, que não tem para si a divina presença, mas a oferece, dividindo a graça de Deus", finaliza o Papa. 


Ao final, o Sumo Pontífice pediu aos cristãos que o acompanhe espiritualmente com orações durante a Jornada Mundial da Juventude, que acontece em Madri, até 21 de agosto. (Voz de Nazaré, ed. 472, Belém)


"AMAI-VOS uns aos outros como eu vos tenho amado."

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